Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nessa segunda-feira (25) que o Brasil “fez o dever de casa” diante do surto de variola dos macacos desde o início da epidemia. Durante o diagnóstico de um workshop, queiroga disse que o preparou para lidar com vírus, providenciando laboratórios para pacientes, identificação dos casos e isolamento dos pacientes
“Nós aqui no Brasil já estamos fazendo nosso dever de casa desde o primeiro boato, desde o primeiro caso suspeito. Preparamos nossa estrutura para fazer o diagnóstico. Temos quatro laboratórios hoje no Brasil com capacidade para isso”, disse Queiroga.
Os laboratórios prontos para o diagnóstico da doença, segundo o ministro, estão no Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo; na Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Minas Gerais; na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro; e no laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
“Desde acesso ao diagnóstico ao está a fazer o diagnóstico e o diagnóstico disponível. Fizemos alertas para as secretarias estaduais de saúde e para as secretarias municipais. Os casos são identificados, são isolados”, o
Queiroga lembrou da decisão do diretor-geral da OMS, Tedros Adhanon Ghebreyesus, que determinou que a varíola dos macacos configura emergência de saúde pública internacional, e citou a maior ocorrência do vírus em homossexuais do masculino. “E essa fala não é para estigmatizar ninguém. Apenas não se pode obscurecer que essa é uma realidade, mas outros públicos também podem ter essa doença. Enfim, vamos também aprender juntos como lidar com esse problema sanitário”.
O Brasil tem 696 casos confirmados até o momento. Destes, 506 são procedentes do estado de São Paulo, 102 do Rio de Janeiro, 33 de Minas Gerais, 13 do Distrito Federal, 11 do Paraná, 14 do Goiás, três na Bahia, dois do Ceará, três do Rio Grande do Sul, dois do Rio Grande do Norte, dois do Espírito Santo, três de Pernambuco, um de Mato Grosso do Sul e um de Santa Catarina.
Doença
A macaco dos macacos é a solução por um vírus infectado pelo próximo contato com uma pessoa infectada e com ajuda de pele. O contato pode se dar por meio de abraço, beijo, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo infectado.
Não tratamento específico, mas quadros clínicos de forma geral, cuidados e atenção das soluções. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.
Sintomas
O paciente pode ter febre, dor no corpo e apresentar manchas, pápulas [pequenas com defeitos que aparecem na pele] que evoluem para vesículas [bolha contendo líquido no interior] até formar pústulas [bolinhas com pus] e crostas [a partir de líquido] seroso, pus ou sangue seco].

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